A água pode ser combustível !

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Teoria de gases mono-atômicos:

Fundamentação:

O processo se inicia com a adição de 442.4  Kcal por mol para separar as moléculas de água usando eletrólise. Este é um processo endotérmico (absorve energia). Porém, caso não ocorra ou ocorra pouca recombinação para a forma di-atômica então o eletrolisador não apresentará aquecimento. Isto porque não ocorrerá a reação exotérmica de recombinação '2H -> H2' e '2O -> O2' que liberam calor. Este não aquecimento do eletrolisador é uma característica que atesta a produção do Gás de Brown e não apenas H2 e O2.

Outro fator característico da produção do GdB é um maior volume de gás produzido pelo eletrolisador, muito além das expectativas de uma eletrólise "normal". Teoricamente a combinação dos gases mono-atômicos (H e O) ocupa duas vezes o volume dos gases formados pela mesma quantidade de água eletrolisada.

Um conhecido exemplo prático sobre este assunto ocorreu quando um pesquisador da estatal Austríaca, a Simmering-Graz-Pauker do ramo ferroviário, resolveu testar a teoria sobre o GdB. Ele era o diretor de pesquisa da empresa, o senhor Ernst Hanisch. Ele se negava a acreditar que seria possível que os gases H e O poderiam ser misturados para produzir energia de modo seguro e, certamente, não acreditava que Yull Brwon obtinha 340 litros do gás por Kilo Watt. Então ele foi para a Austrália para ver de perto o fenômeno para testar pessoalmente sua veracidade... Ao realizar medições criteriosas usando o deslocamento de água para medir volumes, verificou que o gerador de Yull Brow produzia 368 litros de gás por Kilo Watt hora !

Outras publicações na literatura sobre o GdB relatam que um litro de água produz 1866,6 litros do Gás de Brown. A mistura dos gases di-atômicos (H2 e O2) ocupa 933.3 litros de gás por litro de água. O GdB resulta em um volume maior devido a ser uma mistura de gases mono-atômicos.
 
Outros experimentos para comprovar este processo foram feitos. Em um deles um certo volume de gás foi pesado, em uma temperatura e pressão fixos. Se assumirmos que estamos produzindo significativas quantidades de H e O para manter a chama de uma tocha, o que aconteceria com eles na combustão ?

Se tivermos somente H e O (mono-atômicos), nossa chama não precisará ser muito quente para se manter acesa (auto-propagação) porque ela não precisará dispender a energia necessária para separar as moléculas de H2 e O2, antes de poder realizar a combustão (no caso, oxidação do hidrogênio). Então devemos ter uma chama "fria", correto ?  É unânime entre os pesquisadores que a chama do GdB queima a uma temperatura surpreendentemente baixa...

 Na situação de em que se tenha somente os gases em sua forma mono-atômica (H e O) sem nenhuma molécula de H2 e O2 e ocorra a redução diretamente para água, partimos de um grande volume de gás para um líquido. Isto representa uma redução volumétrica de 1860 vezes, como pouca expansão causada por aquecimento. Isto produz um razoável vácuo !!  E se então nossa "chama" está realmente fazendo isso, a reação deve ser entendida como uma "implosão".  Certo ?